sexta-feira, 16 de março de 2012

Dela veio o nosso preferido

Porque eu deveria odiá-la? Se é dela o "Dom da Vida"? E através dele, ela, colocou no mundo o meu amor. Então, não posso outra coisa se não amá-la, porque se ela não houvesse, eu jamais amaria!






E não há razão para a sociedade que tanto a discrimina, num machismo infundado, pois não se ganha uma inimiga, mas uma outra mãe, um alguém mais para amar, tanto quanto já amamos a nossa própria, que será amanda grandemente por aquele que amamos, afinal também pela nossa, que existimos e podemos então ser, para sermos amadas.

E se eles, nenhum, existissem, que faríamos nós? E se o mundo só deles fosse, nenhuma de nós, nem as mães, nem as filhas haveriam. Logo, se extinguiria a raça, se acabaria o mundo, sem amor.
Porque ele, o amor, só se configura com a nossa existência, que é permitida através delas, nossas mães, que depois serão mães de nossos preferidos, sem laços de sangue, mas de afeição. E assim também o farão as nossas, que amaram a eles, de forma como a nós, elas amam.

Então, não há outra maneira que se possa aprender a amar e vivenciar o amor, se não pelos incentivos das progenitoras de nossa casa, e das casas alheias, pois, na perpetuação do homem a se espalhar pela Terra, é de responsabilidade delas o feito, porque nenhum outro o poderia assumir, e por isso devem ser reverenciadas, pois se dessa dádiva, todas nós desistissemos: quem seria hoje o alvo do meu amor, e quem seria amanhã o alvo do amor de minha filha ou de meu filho?

Estaríamos condenados à solidão, até a morte. Então, não repudie a mãe do outro, porque esse outro pode ser o outro a quem tanto se espera, por toda uma vida.

Imagem:dralexandrefaisal.blog.uol.com.br

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