Sócrates, filosofo grego, registrou na história a intrigante e sábia afirmação: - Conhece-te a ti mesmo. E o que é conhecer-se, se não ir ao encontro de sua própria alma. E também foi ele quem antes de morrer disse: - A alma existe.
Então, Sócrates entendia que o homem é feito de corpo e alma inseparáveis. Que um do outro não se pode apartar. Que não há um ou outro, que não seja na unidade de estarem um no outro, assim sendo únicos.
Essa parte do desconhecido, tão íntima, é protegida por nós com ousadia, sem saber que o fazemos. Estamos em defesa constante de nossa alma. Evitamos que nos tirem a vida, para que não se perca no vácuo universal, nossa alma. A queremos em nós e lutamos com ardor para que fique conosco, para que não se vá.
A maioria de nós, desconhece o destino da alma, após soprar a última nota da valsa particular. Nos provoca temor infindo, que tentamos negar, preenchendo as lacunas desse conflito com as banalidades cotidianas.
Porém, essa aflição tem fim para aqueles cuja alma já encontrou conforto, e esse conforto só vem dos braços de pai e mãe, como quando crianças indefesas esperávamos pelo colo, para que nos confortasse os mimos, ante os conflitos da aprendizagem do crescer.
Assim, também o é nossa alma, que só se conforta quando da descoberta da verdade, e tal verdade, a verdadeira, só encontramos nos braços do Pai, aquele que de generoso e justo, nos permitiu existir e ser, o Nosso Pai.
Então, eu rogo pela saúde das almas, no vasto grupo em que também me encontro, que se faça saudável nossa alma, que ela se conforte na verdade das palavras de Deus, que é o caminho a verdade e a vida! Porque também Dele veio o desejo e o feito de que Sócrates, um dia, intrigasse a todos na Grécia e no mundo das antigas civilizações, ao dizer que a alma existe. Porque nela há, além da existência, também um punhado de Deus.
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