sexta-feira, 4 de setembro de 2009

Falar, por que?

Confesso que escrevo demais, eu devia falar tudo, mas não, prefiro escrever. Estou enjoada das minhas palavras, esse discurso cansado, repetido. E tenho vergonha na cara para admitir, não coragem para declarar. Tome minhas respostas, ou que sejam, perguntas.
Não sei quem está no seu caminho, quem vai raptá-lo, outra vez, de mim. Ou apaixonar-te, como já foi visto.
E você me fez feliz, feliz, feliz, feliz, feliz, tanto ,tanto, tanto, tanto .....
com meia dúzia destas mesmas palavras. Eu quase posso vê-lo balbuciar nosso chameguinho, aquele flerte.
Quem será agora no seu pensamento?
E fica a lacuna, uma porta entre aberta dos tempos vividos, um espasmo. Você é meu fantasma preferido.
E estou viciada em Nando Reis, já perdi a conta de quantas vezes, essas notas sopraram no meu ouvido, feito martelada na alma. É como se ele sentisse um pouco do que sinto, dissesse tudo o que quero dizer. Acho que o Nando Reis conhece você!

E toda vez é feito despedida, vem a voz do adeus e sobra arriscar a esperança no acaso, ou no destino. Coincidências não existem.

" Grita que você me quer. Que eu te quero também. "

Um comentário:

  1. Nando Reis toca a alma, lá no fundo. Assim como Lenine e o Chico. Estou viciada também.
    beijos

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