quarta-feira, 2 de setembro de 2009

Benjamim, de Chico Buarque de Holanda.

Não sei explicar, mas de repente, me deu aquela necessidade de justificar o que é Anna Setta. Esse nome veio na minha cabeça do nada. Joguei no Google para encontrar homônimos e achei, não muitos, mas preferi não vasculhar mais. Só sei que foi aleatório e involuntário, escolher tal nome.
Porque comecei escrever pedaços desconexos de uma história qualquer? Talvez embalada pela história de Benjamim, de Chico Buarque. Uma história circular, ácida, que te leva a lugares tão comuns, que chega a doer. Te rasga o peito tão forte, que na hora dá medo de acontecer contigo, qualquer dia desses, algo parecido. Porque é cotidiana e torrente. Emocionei-me. Ressenti-me. Chorei. Devorei as páginas, às pressas, esperando por solução, e coloquei nas folhas amarelas do papel linha d´água minhas angústias, juntas de Benjamim. Estamos, os dois sem resposta, até agora. Não sei que hora, voltará Lizandro ou Castana Beatriz. Genialidade de Chico, então ficamos a esperar.

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