Imagem: http://vejario.abril.com.br/blog/vinoteca/files/2013/11/vinhos.jpg
Quem me conhece sabe que sempre gostei de bebericar meu vinho. Desde criança, quando dia feliz, era dia que a mãe fazia suco de vinho. A mãe misturava aquele famoso vinho do garrafão tamanho família com água, bem ralinho e bebíamos, controlados à risca, mas bebíamos. Eu amava. Na adolescência, estendíamos nosso cobertor velho no gramado do colégio, da pracinha e provávamos aquele vinho comprado às escondidas e que não tinha glamour nenhum. Os enófilos preconceituosos surtariam.
Depois de tanto tempo consumindo e saboreando sem critério e nenhuma embriaguez, porque nunca fui fã de perder a noção dos fatos, e me divertindo muito com isso, finalmente me inspirei a estudar sobre o assunto, e agradeço quem me impulsionou a fazer o que há muito tinha vontade, só faltava um empurrãozinho.
E quanta ignorância. Meu Deus, como sou ignorante, tão ignorante, que chego a rir sozinha. Que eu não sei quase nada da maioria de tudo que existe é fato. E com os vinhos não é diferente. A primeira coisa que descobri foi que, minha ignorância é positiva, evitará que eu me apegue ao besteirol e provincianismo toscos. Como diz o ditado, santa ignorância. E ademais vinho é um mundo inteiro dentro da garrafa.
Para começar entender é preciso reconhecer a própria ignorância e arregaçar as mangas, porque vai dar trabalho estudar: ciências - biologia - química - geografia - gastronomia - idiomas - agricultura - design e mais um montão de coisas das quais eu nem desconfio. E quer saber, eu nunca tive problemas em ser Nerd. (risos)
Voilà!!!

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