Andei pensando naquilo que transforma simples mortais, em seres únicos.
Cada um de nós, tem características individuais e peculiares. Mas muitos, estão tentando combater aquilo que os torna, especiais.
Depois de uma conversa, neste final de semana, descobri que as pessoas não tem real idéia de suas verdadeiras qualidades. E afim de evitar uma fragilidade e sofrimento, que por muitas vezes, só passa de impressão, resolvem mascarar as qualidades que as despertam para o mundo.
Quando eu ouvi essa pessoa dizer: Chega! Automaticamente, ela se nivelou ao restante dos milhares de insignificantes espalhados pelo mundo. Insignificantes esses, que vivem de aparências, de meras pressões do cotidiano.
E com coragem eu também resolvi falar: Você acaba de perder a única coisa que te tornava especial. Você acaba de se fechar para a vida e se privar dos sentidos. Agora, você não é mais especial, você é igual!
Foi com grande dor que pronunciei essas palavras, porque é difícil de encarar a mediocridade do homem. O homem, no sentido masculino da coisa, é um completo retardo emocional, os homens não sabem transpor as barreiras do sofrimento, da decepção e do abandono. Já as mulheres, possuem um grande poder de regeneração, simplesmente, nós acreditamos. Porque o natural das pessoas, é a defesa. E a auto-complacência. Uma fez ferido, embora cicatrizado é uma vez ferido. Mas há formas e formas de defesa, há coisas e coisas, das quais se defender. As mulheres tem grande dissernimento da aplicabilidade de suas forças, defendem-se do que é necessário defender-se. E entregam-se ao que mereça. Os homens constroem barreiras, e delas eles não saem e nem deixam que passem por ela.
Porque o natural das pessoas é viver, o natural das pessoas é a experiência. Não o caos, o medo e a desilusão. O natural das pessoas é ser e sentir. Não a prisão e a descrença. O natural das pessoas é ser quem são, e não a mudança involuntária, baseada em esteriótipos e falsos conceitos de modo de vida.
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