terça-feira, 1 de setembro de 2015

Rebeldia

De novo repito não me envergonho disso, na verdade tenho um pouco de pena de mim mesma, e isto é muito feio, pena se sente em situações lamentáveis, pena é feio por si só, mas sinto.

 E Deus sabe disso, sabe de coisas piores que estas, se Dele eu nada escondo, porque deveria me esconder das pessoas.

Me vejo como uma criança que pede um bicicleta para os pais, os pais compram a bicicleta, não aquela que a criança queria, outra.

Então, a criança agradece o presente, mas nunca anda nela, não toca nela, a abandona. Os pais se irritam e dizem que nunca mais compraram presente algum.

Eu peço a Deus um amor, Ele me dá um amor, não aquele que eu quero, mas outro, eu simplesmente abandono, ignoro e jamais mexo nele. Chuto pra fora com toda a força. Deu se ira comigo, como pai que é, e nunca mais manda o amor de novo.

E tenho a consciência de que isso está acontecendo, e ela me leva para um lugar aonde não quero ir, o lugar das pessoas que não tem ninguém.

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