Nunca tive medo do que é fugaz, eu tenho pavor mesmo do que é irrelevante. Ser transitório não significa falta de importância, aliás o que vale mais costuma durar o espaço de um minuto. Acontece e nada pode ser feito. Valor é atributo que cabe à nossa decisão e ainda há aquilo que nem podemos mensurar.
As irrelevâncias tomam seu tempo e não apresentam resultado. No final é impossível atribuir valor ao ocorrido. Conheço pessoas que estão vivendo sequenciais experiências sem importância com medo de fazer a análise das suas decisões e dar valor a elas, principalmente para as que são tomadas de forma fugaz, porque o homem pode passar anos pensando na tomada de decisão, e no momento verdade aparece a dúvida, e é esse espaço fugaz de tempo, que vai importar no futuro, não o tempo que ele gastou pensando no que iria fazer, mas o que efetivamente fez. O ato de começar é célere, terminar não.
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